Erros RTK: principais causas, impactos e como corrigir

O RTK (Real Time Kinematic) é uma das técnicas mais utilizadas em levantamentos geodésicos por oferecer alta precisão em tempo real, chegando a centímetros. No entanto, essa precisão depende de uma série de fatores técnicos e operacionais. Quando algum deles falha, surgem os chamados erros RTK, que comprometem a qualidade das coordenadas obtidas.

Esses erros podem ocorrer por diversos motivos, como problemas na comunicação entre base e rover, interferências no sinal de rádio ou internet, má configuração do equipamento, baixa qualidade do sinal GNSS, distância excessiva da base, ou até condições ambientais desfavoráveis. Muitas vezes, o operador percebe apenas sintomas como demora na inicialização (FIX), perda constante da solução ou resultados inconsistentes em campo.

O impacto dos erros RTK é direto na precisão e confiabilidade do levantamento, podendo gerar deslocamentos nas coordenadas, retrabalho, incompatibilidade com projetos e até problemas legais em serviços como georreferenciamento de imóveis rurais. Por isso, entender as causas desses erros e saber como corrigi-los é fundamental para garantir resultados confiáveis, produtividade em campo e segurança técnica nos dados entregues.

Ao longo deste conteúdo, serão apresentadas as principais causas dos erros RTK, seus impactos práticos no dia a dia da topografia e as melhores práticas para diagnóstico e correção, ajudando você a obter o máximo desempenho do seu sistema GNSS.

O que é RTK e por que a precisão é tão sensível a erros

O RTK (Real Time Kinematic) é uma técnica de posicionamento GNSS de alta precisão que permite obter coordenadas com erro centimétrico em tempo real. Diferente do posicionamento comum por GPS, que trabalha com erros da ordem de metros, o RTK utiliza correções transmitidas continuamente para eliminar ou reduzir a maioria das fontes de erro do sinal dos satélites.

Na prática, o RTK funciona a partir de dois elementos principais: a base e o rover.
A estação base é instalada em um ponto com coordenadas conhecidas ou previamente determinadas. Ela recebe os sinais GNSS dos satélites (GPS, GLONASS, Galileo, BeiDou etc.) e calcula os erros presentes nesses sinais naquele local e naquele instante. Essas correções são então enviadas, em tempo real, para o rover, que é o receptor móvel utilizado no levantamento em campo.

O rover, por sua vez, recebe simultaneamente os sinais dos satélites e as correções enviadas pela base (via rádio UHF, internet/NTRIP ou rede celular). Ao aplicar essas correções, o receptor consegue resolver as ambiguidades das fases dos sinais GNSS e calcular coordenadas com precisão centimétrica, desde que as condições estejam adequadas.

A alta precisão do RTK é exatamente o motivo pelo qual ele é muito sensível a erros. Pequenos problemas que passariam despercebidos em um posicionamento comum podem comprometer totalmente o resultado no RTK. Fatores como obstruções do céu, multipercurso (reflexão do sinal em prédios, árvores ou estruturas metálicas), interferência de rádio, instabilidade na comunicação entre base e rover, ou até configurações incorretas do equipamento podem impedir a obtenção da solução FIX ou gerar coordenadas imprecisas.

Além disso, a distância entre a base e o rover influencia diretamente a qualidade do RTK. Quanto maior essa distância, mais diferentes se tornam os erros atmosféricos (ionosfera e troposfera) entre os dois receptores, reduzindo a eficiência das correções. Por isso, o RTK exige não apenas bons equipamentos, mas também planejamento, configuração correta e atenção às condições de campo.

Em resumo, o RTK é uma tecnologia poderosa e precisa, mas que depende de um equilíbrio delicado entre sinais GNSS, comunicação em tempo real e boas práticas operacionais. Entender esse funcionamento é o primeiro passo para identificar, evitar e corrigir erros durante os levantamentos geodésicos.

Diferença entre RTK fixo, flutuante e sem base

No posicionamento GNSS com RTK, o tipo de solução obtida pelo receptor indica o nível de precisão e confiabilidade das coordenadas. Os estados mais comuns são RTK Fixo (FIX), RTK Flutuante (FLOAT) e os modos sem base (autônomo ou PPP). Entender essas diferenças é essencial para avaliar a qualidade do levantamento e tomar decisões corretas em campo.

RTK Fixo (FIX)

O RTK Fixo é a condição ideal de trabalho. Nesse modo, o receptor conseguiu resolver corretamente as ambiguidades de fase dos sinais GNSS, aplicando com sucesso as correções recebidas da base ou da rede RTK.

  • Precisão típica: centimétrica (≈ 1–2 cm horizontal e 2–3 cm vertical)
  • Confiabilidade: alta
  • Uso recomendado: levantamentos geodésicos, topográficos, georreferenciamento de imóveis, obras e projetos de engenharia

Quando o status está em FIX, significa que a comunicação base–rover está estável, o ambiente tem boa visibilidade de satélites e as configurações estão corretas. É o único modo indicado para trabalhos que exigem precisão legal e técnica.

RTK Flutuante (FLOAT)

O RTK Flutuante ocorre quando o receptor recebe as correções, mas não consegue resolver completamente as ambiguidades dos sinais GNSS. Isso pode acontecer por interferências, poucos satélites disponíveis, obstruções do céu, distância excessiva da base ou instabilidade na comunicação.

  • Precisão típica: decimétrica (5 a 50 cm, podendo variar)
  • Confiabilidade: média a baixa
  • Uso recomendado: apenas para navegação, reconhecimento ou apoio, nunca para levantamento final

No modo FLOAT, as coordenadas podem até parecer estáveis, mas não são confiáveis para medições precisas. Registrar pontos nesse estado pode gerar erros significativos e retrabalho.

RTK sem base (Autônomo / PPP)

O modo sem base ocorre quando o receptor não recebe correções RTK. Nesse caso, ele opera em GNSS autônomo ou em PPP (Posicionamento por Ponto Preciso), dependendo da configuração e da disponibilidade de correções globais.

  • Autônomo (GNSS simples):
    • Precisão: métrica (1 a 5 m ou mais)
    • Uso: navegação básica
  • PPP (estático ou em tempo real):
    • Precisão: decimétrica a centimétrica
    • Tempo de convergência: minutos a dezenas de minutos
    • Uso: apoio geodésico, monitoramento, pós-processamento ou aplicações específicas

Sem uma base RTK próxima, o receptor não consegue eliminar os erros atmosféricos localmente, o que limita a precisão em tempo real.

Comparativo resumido


Modo de operação
Correção em tempo realPrecisão típicaIndicado para levantamento
RTK FIXSimCentimétrica✅ Sim
RTK FLOATSim (parcial)Decimétrica⚠️ Não recomendado
Sem baseNão / Global (PPP)Métrica a decimétrica❌ Não (em RTK)

Em resumo, apenas o RTK Fixo garante a precisão necessária para levantamentos confiáveis. O estado Flutuante indica que algo está limitando a qualidade do sinal, enquanto o modo sem base mostra que o sistema não está operando em RTK. Monitorar constantemente o tipo de solução é uma das práticas mais importantes para evitar erros e garantir a qualidade dos dados em campo.

Margem de erro do RTK em condições ideais

Em condições ideais de operação, o posicionamento RTK (Real Time Kinematic) oferece altíssima precisão, sendo amplamente utilizado em topografia, georreferenciamento e obras de engenharia.

Em cenários ideais, a precisão típica do RTK é:

  • Horizontal: ±1 a 2 cm
  • Vertical: ±2 a 3 cm

Alguns fabricantes expressam a precisão como:

  • Horizontal: ±(8 mm + 1 ppm)
  • Vertical: ±(15 mm + 1 ppm)

O ppm (partes por milhão) indica que o erro cresce levemente com o aumento da distância entre a base e o rover.

Fatores que permitem alcançar a máxima precisão

Para atingir essa margem de erro, os seguintes fatores são fundamentais:

Qualidade do sinal GNSS

  • Visada aberta do céu (mínimo de obstruções como árvores, prédios ou relevo)
  • Rastreamento de múltiplas constelações (GPS, GLONASS, Galileo, BeiDou)
  • Sinais estáveis, com baixo ruído e sem multicaminhamento

Base RTK bem configurada

  • Coordenadas da base corretamente determinadas (preferencialmente por PPP ou vértice conhecido)
  • Distância base–rover curta (idealmente até 3 km, podendo chegar a 35 km em boas condições, a depender do rádio interno ou externo do seu receptor.
  • Antena bem centrada, nivelada e estável

Link de comunicação confiável

  • Rádio UHF ou internet (NTRIP) com baixa latência
  • Correções contínuas e sem perda de pacotes

Tempo de convergência e solução fixa

  • Solução FIX estável (ambiguidade resolvida)
  • Tempo suficiente para inicialização e estabilização da solução

Equipamento e configuração

  • Receptores GNSS de dupla ou multifrequência
  • Máscara de elevação adequada (geralmente ≥ 10°)
  • Parâmetros corretos de projeto (datum, projeção, geóide)

Em condições ideais, o RTK entrega precisão centimétrica, com erros de apenas 1–2 cm no plano e 2–3 cm na altura, desde que haja boa geometria dos satélites, base bem definida, comunicação estável e ambiente livre de interferências

RTK em operação

Como corrigir erros RTK, na prática

Corrigir erros em levantamentos GNSS RTK exige uma abordagem prática, sistemática e imediata em campo. Abaixo estão orientações técnicas organizadas por tipo de problema, com ações diretas para restabelecer a precisão centimétrica.

Ajustes e testes para reduzir a margem de erro RTK

Reduzir a margem de erro em levantamentos GNSS RTK depende principalmente de boas práticas de campo e de algumas verificações simples antes e durante a medição. Pequenos descuidos em antena, configuração ou ambiente podem gerar erros sistemáticos, principalmente na componente vertical.

É fundamental conferir se a antena GNSS está limpa, bem fixada e afastada de estruturas metálicas, além de garantir que a altura da antena foi medida corretamente e inserida sem erros na coletora, pois qualquer imprecisão se reflete diretamente na cota final. Também é importante verificar o número de satélites rastreados e os valores de DOP, mantendo todas as constelações ativas para obter melhor geometria e maior estabilidade do FIX. O ambiente de medição deve, sempre que possível, ter céu aberto e baixa incidência de multipercurso, já que árvores, prédios e superfícies refletivas elevam o RMS mesmo com equipamentos de alta qualidade.

Qualidade da correção e validação em campo

A estabilidade do link de correção entre base e rover é outro ponto crítico. Em rádio, deve-se checar antenas, potência e frequência; em NTRIP, garantir internet estável e baixa latência, monitorando se as correções chegam de forma contínua. Antes de registrar um ponto, é essencial aguardar a estabilização do FIX e do RMS, aumentando o tempo de ocupação em ambientes mais críticos. Além disso, a realização de testes em pontos de controle e a reocupação de pontos importantes permitem avaliar a repetibilidade e validar a qualidade do posicionamento.

Em resumo, conferir:

  • Antena
  • Altura
  • Satélites
  • Ambiente
  • Correções RTK 

Além disso, executar testes rápidos de controle, reduz significativamente a margem de erro e garante medições mais confiáveis, com a precisão centimétrica esperada do sistema.

Boas práticas para manter o RTK fixo e estável

Manter a solução RTK em modo FIX exige atenção a fatores técnicos, ambientais e operacionais. A estabilidade e a precisão centimétrica dependem tanto da correta configuração dos equipamentos quanto das condições de campo e da forma de operação.

Base e comunicação

A base RTK deve ser instalada em local alto, aberto e estável, longe de árvores, prédios e estruturas metálicas, evitando superfícies que causem multipercurso. É fundamental que esteja bem nivelada, firmemente fixada e com a altura da antena corretamente medida e registrada. A comunicação entre base e rover também precisa ser confiável, seja via rádio UHF ou internet. No caso do rádio, devem-se conferir frequência, potência, antenas e possíveis interferências. Em NTRIP, é indispensável contar com internet estável e baixa latência, pois quedas ou atrasos afetam diretamente a manutenção do FIX.

Satélites e configurações

A qualidade da solução depende da geometria dos satélites. Trabalhar com múltiplas constelações ativas e com valores baixos de PDOP aumenta a robustez do posicionamento e reduz a chance de alternância para FLOAT. As configurações do receptor também devem estar alinhadas, com base e rover no mesmo sistema de coordenadas, protocolo de correção adequado, taxa de atualização compatível e firmware atualizado.

Operação e controle em campo

Durante o levantamento, é essencial monitorar continuamente o status RTK, a idade da correção e as precisões horizontal e vertical, evitando registrar pontos importantes sem que a solução esteja em FIX estável. Na operação com o rover, deve-se manter o bastão vertical, evitar proximidade com árvores densas, edificações e linhas de transmissão, e aguardar alguns segundos após a estabilização do FIX antes de armazenar o ponto. Sempre que possível, a realização de medições de controle e reocupação de pontos ajuda a validar a qualidade do posicionamento e a detectar eventuais perdas de confiabilidade.

Em resumo, base bem posicionada, comunicação estável, boa geometria de satélites, configurações corretas e monitoramento constante são os pilares para manter o RTK fixo e garantir a precisão centimétrica no levantamento.

Como evitar erros RTK em levantamentos futuros

Boas práticas preventivas para máxima precisão e confiabilidade

Evitar erros RTK não depende de uma única ação, mas de um conjunto de práticas preventivas adotadas antes, durante e após o levantamento. 

A seguir estão as principais recomendações para reduzir falhas recorrentes e garantir resultados centimétricos.

Checklist de verificação antes de iniciar um levantamento RTK

Uma verificação rápida antes de começar o trabalho ajuda a evitar perda de FIX, erros sistemáticos e retrabalho em campo. Este checklist garante que o sistema esteja corretamente configurado e pronto para atingir a precisão centimétrica.

1. Equipamentos e antena

  • Receptores (base e rover) ligados e funcionando normalmente.
  • Bastão e tripé firmes, nivelados e em bom estado.
  • Altura da antena medida e registrada corretamente.
  • Antena limpa, sem danos, bem rosqueada e afastada de obstáculos e estruturas metálicas.

2. Energia

  • Baterias carregadas e em bom estado.
  • Bateria reserva ou fonte externa disponível para toda a jornada.

3. Comunicação e correção RTK

  • Método definido: base própria, rede RTK ou NTRIP.
  • Conexão testada antes da coleta e mountpoint correto selecionado.
  • Em rádio UHF: frequência, potência e antena conferidas.
  • Idade da correção ≤ 2 s e link estável.

4. Satélites e qualidade GNSS

  • Constelações ativas (GPS, GLONASS, Galileo, BeiDou).
  • Número de satélites ≥ 15 e PDOP baixo (ideal ≤ 2, aceitável até 3).
  • Máscara de elevação ajustada (10° a 15°).

5. Configurações do sistema

  • Sistema de coordenadas, datum, projeção e modelo geoidal corretos.
  • Taxa de atualização adequada e firmware/software atualizados.

6. Coletora e teste inicial

  • Coletora conectada, com armazenamento disponível e perfil correto carregado.
  • Data e hora sincronizadas e comunicação estável.
  • Confirmação de solução RTK FIX estável por 30–60 s.
  • Teste em ponto conhecido ou ponto de checagem, verificando precisão horizontal e vertical.

Boa prática final: nunca inicie a coleta se estiver em FLOAT, com PDOP alto, correções instáveis ou dúvidas no sistema de coordenadas. Alguns minutos de conferência no início evitam horas de retrabalho ao final do levantamento.

Importância do monitoramento em tempo real dos dados GNSS

O monitoramento em tempo real dos dados GNSS é essencial para garantir precisão, confiabilidade e segurança em levantamentos RTK. Acompanhar os principais indicadores durante a medição permite identificar falhas imediatamente e corrigi-las ainda em campo, evitando que problemas só sejam percebidos no escritório, quando o retrabalho já é inevitável.

Com a observação contínua, o operador consegue detectar rapidamente situações como perda da solução FIX, quedas para FLOAT, interrupções nas correções via rádio ou NTRIP, aumento do PDOP, redução no número de satélites e idade elevada da correção. Esses sinais indicam degradação da geometria e da qualidade do posicionamento, tornando arriscado registrar pontos naquele momento.

perda da solução FIX, quedas para FLOAT

Controle de qualidade e tomada de decisão

Os indicadores exibidos em tempo real, como status da solução, precisão horizontal e vertical estimada, SNR e geometria da constelação, permitem avaliar se o ponto atende aos critérios técnicos antes de ser armazenado. Isso dá ao operador condições de agir imediatamente, reposicionando o rover, ajustando antena ou base, trocando mountpoint NTRIP, aguardando melhora na constelação ou até alterando a estratégia de levantamento.

Além de aumentar a confiabilidade técnica, o monitoramento contínuo reduz retrabalho e custos, pois evita a coleta de pontos inválidos e a necessidade de retornos ao campo. Também possibilita o registro de logs de qualidade, documentação das condições de medição e maior rastreabilidade dos dados, atendendo exigências técnicas e normativas.

Em resumo, monitorar os dados GNSS em tempo real permite:

  • Detectar erros imediatamente.
  • Corrigir problemas ainda em campo.
  • Evitar medições com qualidade duvidosa.
  • Reduzir retrabalho e custos.
  • Garantir a precisão centimétrica do RTK.

Como as soluções da CPE Tecnologia contribuem para resultados mais precisos

A CPE Tecnologia atua com foco em confiabilidade, estabilidade e precisão em levantamentos RTK, oferecendo não apenas equipamentos, mas um ecossistema completo de soluções técnicas que reduzem erros operacionais e garantem medições consistentes em campo.

1. Equipamentos RTK modernos e robustos

Os receptores GNSS fornecidos pela CPE Tecnologia contam com:

  • Suporte a múltiplas constelações (GPS, GLONASS, Galileo e BeiDou)
  • Operação multifrequência, aumentando a robustez da solução
  • Motores RTK avançados, com rápida resolução de ambiguidades

Resultado direto: FIX mais rápido, mais estável e menos suscetível a interferências.

2. Soluções de correção RTK confiáveis

A CPE integra e orienta o uso de:

  • Base + Rover com comunicação UHF estável
  • Redes RTK via NTRIP, com baixa latência
  • Configuração correta de parâmetros RTCM e mountpoints

Correções bem configuradas reduzem quedas de FIX, aumento de RMS e instabilidade da solução.

3. Antenas GNSS e acessórios adequados

As soluções incluem:

  • Antenas GNSS de alto desempenho
  • Cabos e acessórios homologados e testados
  • Alta rejeição a multipath e ruídos

Isso minimiza erros ainda na etapa de recepção do sinal, antes mesmo do processamento.

4. Softwares de monitoramento e coleta

Os sistemas operam com softwares que permitem:

  • Acompanhamento em tempo real de RMS, PDOP, FIX/FLOAT e idade da correção
  • Bloqueio de gravação de pontos fora do padrão
  • Padronização de perfis de levantamento

O operador consegue identificar e corrigir problemas antes que o erro seja registrado.

5. Verificação técnica e laudo de bom funcionamento

Quando há instabilidade ou dúvidas sobre o desempenho do equipamento, a CPE oferece:

Isso garante confiabilidade metrológica operacional e respaldo técnico para projetos e laudos.

6. Treinamento e suporte especializado

Além da tecnologia, a CPE entrega:

  • Treinamento técnico para operadores
  • Orientação na configuração correta dos sistemas RTK
  • Suporte pós-venda qualificado

Equipamento de alta precisão só entrega resultado quando é bem configurado e corretamente operado.

Estrutura técnica que sustenta essa precisão

A CPE Tecnologia é uma empresa brasileira com atuação desde 1974 no mercado de geotecnologia, fornecendo soluções para topografia, engenharia, georreferenciamento, agricultura e mapeamento.

Principais soluções relacionadas ao RTK:

  • Receptores GNSS RTK Base + Rover (como CHC i73, i89 e i93)
  • Rede de estações de referência CPENet (RTK via NTRIP)
  • Integração com estações totais, scanners a laser e drones para fluxos híbridos de alta precisão

Como isso reduz erros, na prática

  • Correções em tempo real (RTK): compensam erros orbitais, ionosféricos e troposféricos, garantindo coordenadas centimétricas em campo.
  • Uso de rede CPENet: elimina a necessidade de implantar base própria, reduzindo erros humanos e incertezas de posicionamento da estação base.
  • Equipamentos modernos e atualizados: multiconstelação, multifrequência e motores RTK avançados aumentam a robustez do FIX e a repetibilidade das medições.
  • Suporte e capacitação: evitam erros de configuração, uso incorreto de datum, geóide, protocolos RTCM e parâmetros de correção.

Conclusão

Ao longo deste conteúdo, vimos que os erros em sistemas RTK podem ter diferentes tipos e origens, desde fatores ambientais (obstruções, multicaminhamento e condições ionosféricas), passando por falhas operacionais (configurações incorretas, altura de antena, base mal posicionada), até questões técnicas como link de comunicação instável e baixa qualidade das correções.

Também ficou claro que muitos desses problemas podem ser corrigidos ou evitados com boas práticas de campo, calibração adequada, monitoramento de indicadores como RMS e status de fixação, além do uso de equipamentos modernos e confiáveis.

Nesse contexto, as soluções RTK da CPE Tecnologia se destacam por oferecer:

  • Receptores GNSS de alta precisão e estabilidade
  • Compatibilidade com redes RTK confiáveis
  • Tecnologias que facilitam a fixação rápida e reduzem erros
  • Suporte técnico especializado e treinamento ao usuário

Quer elevar o nível de precisão e confiabilidade dos seus levantamentos? Conheça as soluções RTK da CPE Tecnologia e trabalhe com mais segurança, eficiência e confiança em cada medição.

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